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Quinta-feira, 07 de Maio de 2026

São Paulo

Os detalhes da reunião no motel que fez o São Paulo contratar uma das estrelas do tri da Libertadores

Luizão, autor de um dos gols na final, recebeu dirigentes do Tricolor em local inusitado para negociar contrato; veja outras estratégias

JP Barueri
Por JP Barueri
Os detalhes da reunião no motel que fez o São Paulo contratar uma das estrelas do tri da Libertadores
Globo Esporte
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De quantas maneiras é possível contar uma história? Depende muito de quem conta, de quem vai ouvir e também do ponto de vista. Com o passar do tempo, elas se repetem e se reinventam. E por isso é tão difícil encontrar algo novo para relatar sobre o que aconteceu há semanas, meses, anos...

Imagine, então, algo histórico que já completou duas décadas.

É por isso que para celebrar os 20 anos do tricampeonato da Conmebol Libertadores, conquistado pelo São Paulo em julho de 2005, o ge buscou entender como aquele time foi formado, levantando as curiosidades dos bastidores e detalhes peculiares, como uma contratação feita em um motel.

O primeiro capítulo: o motel

 

A contratação de um dos protagonistas do tri teve capítulos de incerteza, superação e peculiaridades. Da recuperação dos problemas físicos que davam tons de dúvidas sobre o futuro à reunião em um motel que era de um torcedor do Corinthians, Luizão é personagem central de um título inesquecível para o Tricolor. Em números, foram 13 jogos, cinco gols e uma assistência.

Luizão tinha 33 anos. Já havia sido campeão da Copa do Mundo pela seleção brasileira em 2002. Tinha passado por Palmeiras, Corinthians, Vasco, Grêmio, Botafogo... E até ido à Europa. Ou seja, já tinha vivido muito daquilo que um dia planejou. Em 2005, decidiu arriscar. Lesionado, o atacante renunciou a um convite corintiano e a um acerto iminente com o Fluminense.

– O Marco Aurélio Cunha me falou: “É difícil escrever a mesma história no mesmo lugar” – lembra Luizão, citando o dirigente do Tricolor à época.

Ele não queria jogar no Rio de Janeiro e não queria voltar para um lugar que já conhecia, onde já havia feito história. Luizão quis seguir um novo caminho, respirar novos ares, dar chance à novidade. E pouca coisa no futebol ainda era nova para ele.

Depois de deixar o Botafogo numa temporada de apenas 15 jogos, mas nove gols, uma boa média, Luizão via com incerteza o seu futuro. Todas as glórias do passado recente e problemas físicos geravam mais perguntas do que respostas.

FONTE/CRÉDITOS: Globo Esporte

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